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15/04/14

Estudiosos cristãos de judeus apontam para tempos proféticos coincidindo com sinais nos céus (luas de sangue)

Especialistas em profecias apontam para “sinais inegáveis” no céu: luas de sangue



De tempo em tempos especialistas em profecias apontam para os sinais de cumprimento de alguma revelação bíblica. Os próximos dois anos serão marcados por diversos “sinais nos céus”, já conhecidos e previstos pela astronomia. Para eles, trata-se claramente da abertura de um dos selos descritos em Apocalipse 6.
O primeiro “alerta para a igreja” veio em 2008, quando o assunto foi levantado pelo pastor Mark Biltz, que é descendente de judeus. Ele afirmava ter feito uma descoberta surpreendente. Biltz estava estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.
“O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda.” esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, implicando na comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus.
Ele lembra de textos como Joel 2:31: “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes de chegar o grande e terrível dia do SENHOR”, repetido em Atos 2:20. Também aponta para Mateus 24:29-30, quando Jesus diz “o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz. … E então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” e Lucas 21:11: “haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu”.
“Deus quer que olhemos para o calendário bíblico, pois ele vai sinalizar sua vinda… precisamos estar atentos às festividades bíblicas, pois são todas proféticas”, afirma Biltz, pastor da igreja El Shaddai em Bonney Lake, Washington. Ao fazer uma análise sobre o fenômeno conhecido como “lua de sangue”, que ocorre quando o Sol fica em frente à Lua no firmamento, Biltz notou que esse tipo de eclipse lunar ocorreria justamente durante as festas bíblicas em 2014 e 2015. O pastor acredita que ao se tratar de sinais na terra, como fomes, pestes e guerras, a humanidade já está acostumada a ouvir falar, mas não ocorrer o mesmo quando são sinais no céu.
Convencido da importância desse fator, o pastor John Hagee fez um estudo aprofundado sobre esses eventos. Este ano, lançou um livro e um DVD com o título “Four Blood Moons: something is about to change” [As 4 luas de sangue: algo está prestes a mudar]. Ele explica que usou as projeções da NASA, relatos históricos e a Bíblia. Para Hagee existe uma conexão direta entre os quatro próximos eclipses lunares (lua de sangue) e “o que eles anunciam para Israel e para toda a humanidade.”
Seu argumento principal é que ao longo dos últimos 500 anos, três luas de sangue ocorreram no primeiro dia da Páscoa. Estas aparições estão ligadas a alguns dos dias mais importantes da história judaica.

Luas de sangue em dias importantes

1492 – o último ano da Inquisição espanhola, quando os judeus foram expulsos da Espanha 1948 – proclamação do Estado de Israel e a Guerra da Independência
1967 – início da guerra dos Seis Dias, quando Israel lutou contra nações árabes e reconquistou Jerusalém como parte de seu território
“Cada corpo celeste é controlada pela mão invisível de Deus, o que sinaliza eventos futuros para a humanidade. Não há acidentes no movimento solar ou lunar”, argumenta Hagee. Para ele é de extrema importância que os cristãos entendam estes sinais proféticos que apontam para a Segunda Vinda de Jesus.
Mais recentemente, o pastor Steve Cioccolanti, da Igreja Discover, na Austrália, produziu um longo vídeo em formato de DVD (também disponível no Youtube) sobre os “Os 8 Supersinais nos céus antes do 70º Aniversário de Israel).
Segundo ele, tudo o que Deus prometeu na Bíblia está relacionado com Israel e o povo judeu. Falando sobre as raízes hebraicas das profecias sobre o fim tempo, ele aponta oito sinais que serão vistos no céu antes do aniversário dos 70 anos da restauração de Israel. Por que o número 70 é importante? Cioccolanti explica: “Porque Israel ficou 70 anos no cativeiro babilônico e demorou 70 anos entre o nascimento de Jesus e a destruição do templo em Jerusalém. Portanto, é algo muito importante o fato de Israel estar prestes a completar 70 anos desde seu renascimento como nação, em 1948.”
Ele faz longas observações tentando explicar os oito sinais, juntamente com algumas observações sobre as datas que eles acontecerão. Para ele a questão é simples, esses sinais provavelmente “nunca mais ocorrerão nessa sequencia” e alerta: “irão começar em breve”. Lembra ainda que no Talmude, livro judeus de Interpretação da lei, ensina “Quando a lua estiver em eclipse, é um mau presságio para Israel. Se a sua face for tão vermelha quanto o sangue, a espada [guerra] está vindo ao mundo”. Para o judaísmo, a Lua é um sinal para Israel, enquanto o Sol é um sinal para os gentios [resto do mundo].

Lua sinal para Israel, Sol para gentios

1 – Cometa Ison (28 de novembro de 2013) – A NASA já divulgou que este ano veremos um cometa com cauda brilhante como a lua cheia.
2 – Lua de Sangue (15 de abril de 2014) – terá início a “Tétrade”, período em que quatro eclipses lunares consecutivos são todos eclipses totais. Prenuncio de uma guerra mundial sangrenta
3- Lua de Sangue (08 de outubro de 2014) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel
4- Eclipse Solar Total (20 de março de 2015) – Um sinal para os gentios. Aniversário da provável data em que Moisés tirou os judeus do Egito
5- Lua de Sangue (4 de Abril de 2015) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel
6 – Eclipse solar parcial (13 de setembro de 2015) – Festa das trombetas no calendário de Israel e 7 º aniversário desde a última grande queda do mercado
7 – Lua de Sangue (28 de setembro de 2015) – Superlua, que também é um eclipse lunar. A lua nunca esteve tão próxima da Terra. Esse evento ocorrerá durante a Festa dos Tabernáculos (Sukkot).
8- Virgem vestida de Sol (23 setembro de 2017) – 50º aniversário da reconquista de Jerusalém (Jubileu). Brilho extraordinários da constelação de Virgem, cumprimento da Profecia de Apocalipse 12.
Data profética principal: Dia dos 70 anos da Independência de Israel (14 de maio de 2018), marcando o renascimento da nação.
É possível ver o vídeo aqui (em inglês).
Paralelo a isso tudo, entre os judeus há um crença parecida, baseada nas profecias do famoso rabino Judah ben Samuel, um fervoroso estudante do Tanach [Antigo Testamento]. Ele foi o fundador do movimento judaico Hasídico. Ele morreu em 1217, mas deixou escritos com suas conclusões. Para muitos, são profecias sobre os últimos “Jubileus”, períodos proféticos de 50 anos, seguindo o texto de Números 25.
1. Desde a data em que profetizou (1217), passariam 6 jubileus (300 anos) até que viessem tomar a cidade de Jerusalém. De fato, os Turcos Otomanos a conquistaram em 1517.
2. A cidade de Jerusalém estaria sob o domínio [dos Turcos Otomanos] durante 8 Jubileus, ou seja, 400 anos. Considera-se cumprida, pois os Turcos ficaram até 1917, quando foram expulsos pelo exército britânico.
3. A cidade de Jerusalém seria uma “terra de ninguém” pelo espaço de 1 Jubileu (50 anos). A Inglaterra atuou politicamente como “Protetorado” entre 1917 e 1967, pois em junho daquele ano o exército de Israel expulsou os árabes da cidade durante a Guerra dos Seis Dias.
4. Os Judeus dominariam a cidade durante 1 Jubileu (1967 até 2017?), ano que marcaria o Jubileu final, que daria início à Era Messiânica. O Yon Kippur (ano novo) será em 30/9/2017.
Uma vez que 2017 de nosso calendário será o ano 5777 do calendário judaico, muitos acreditam que a união de 3 “setes” aponta para perfeição e plenitude, na cultura judaica. Com informações de WND e Christian Post.
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14/04/14

Heresias do Filme Noé.



O filme além de ser um grande propagador de heresias, possui um enredo horroroso e absolutamente desconexo onde ficção, bobagens e alucinações se fazem presentes.

Diante do exposto elenco sete motivos porque não recomendo o filme Noé:

1-) Porque o filme de Darren Aronofsky fundamenta-se em lendas, ficções e interpretações equivocadas de quem foi Noé.

2-) Porque a história de Nóe narrada pelas Escrituras se contrapoem em muito ao filme hollywoodiano. Um claro exemplo disso é a  história de um grupo de anjos que ajudaram Adão e Eva depois da queda,  desobedecendo a Deus. Ora, essa afirmação além de transloucada é absolutamente antagônica aos ensinos da Palavra de Deus.

3-) Porque o filme apresenta um Deus desprovido de amor, bondade e misericórdia.

4-) Porque o filme apresenta um Noé completamente diferente do narrado pelas Escrituras. O Noé de Aronofsky é obececado, violento e insensível.

5-) Porque o filme  apresenta um péssimo conceito de Deus, onde o Criador não fala, ama ou se relaciona com Noé. Na verdade o filme retrata um deus vingativo, impessoal e cheio de ódio.

6-) Porque o filme induz  os expectadores  ao erro  por ensinar aquilo que jamais a Bíblia ensinou.

7-) Porque o filme é fraco, sem sentido, cansativo monótono e herético.

Agora, para aqueles que dizem que o filme não tem nada demais em ser  visto por não passar de entretenimento e não um "manual de teologia permita-me discordar dizendo:

O filme fala de um personagem bíblico certo? Portanto, o relato deveria ser bíblico correto? Nessa perspectiva se o filme foge daquilo que a Palavra de Deus ensina ele deve ser criticado sim, até porque, ao ser divulgado  por Hollywood vendeu-se uma ideia absolutamente contrária ao que foi visto nas telas. Além disso, como entretenimento, a película é frágil e  de extremamente  mau gosto. 

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12/03/14

Pastor Marcos Pereira será posto em liberdade.

EXCLUSIVO: Pastor Marcos Pereira, condenado a 15 anos de prisão por estupro, será solto após apenas 6 meses de reclusão

Crime foi cometido no final de 2006 contra uma fiel da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, liderada pelo acusado. O estupro aconteceu nas dependências da igreja.

Redação Genizah
Marcos está preso desde 8 de maio de 2013. No dia 12 de setembro de 2013, o pastor Marcos foi condenado a 15 anos de prisão pela prática do crime de estupro pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ-RJ). 

Agora, o pastor Marcos Pereira da Silva pode ser solto a qualquer momento. 

O líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, que só ficou preso por seis meses, vai cumprir a pena em regime semiaberto.

Em audiência à Justiça, o pastor negou o estupro e acusou pessoas ligadas à ONG AfroReggae de convencer a suposta vítima e outras que foram ouvidas a fazerem as acusações.

A defesa do pastor impetrou um habeas corpus, no início do mês, no STF, em favor do acusado. O relator do caso é o ministro Marco Aurélio, que, em despacho no último dia 13, obrigou que o nome do preso fosse revelado, pois o documento tinha apenas as iniciais dele, sob a alegação do segredo de Justiça.
Segundo o advogado de Marcos Pereira, Willer Tomaz, não há motivos para ele ficar preso. ‘É o direito constitucional de ir e vir dele, a sua liberdade de locomoção está sendo violada’, disse o advogado.

O TJ-RJ relata, "as testemunhas ouvidas descrevem com firmeza como o acusado é uma pessoa manipuladora, fria, só pensa em si, utilizando-se das pessoas para satisfazer seus instintos mais primitivos e de forma promíscua, utiliza da boa-fé das pessoas para enganá-las".

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14/11/13

QUANDO A FAMA DEMAIS NÃO CHEIRA BEM.

Eu queria entender o Thalles Roberto. Sério. Queria muito entendê-lo mesmo. Ele, que no início da sua carreira como cantor evangélico, mostrava estar realmente convertido, hoje demonstra estar preocupado em espalhar sua fama pelo país. Ele tem até loja virtual na internet para vender o CD “mais esperado do Brasil”. E nesse comércio virtual, não faltam opções de produtos gospel. Camisas com o nome do cantor, case para iPhone, pulseira com a frase “Eu escolho Deus”, moletons. Nesse site há uma coleção completa de moda e artigos de culto ao Thalles.
Assim como aconteceu no passado, onde reis que governavam ou que fizeram Israel cativo queriam ser adorados como deuses, Thalles construiu uma idolatria envolta de sua própria imagem. O bezerro de ouro de Thalles é ele mesmo. Posso estar errada, mas a pessoa que faz um boneco próprio tem um grave problema narcisista.
Em sua loja virtual, o senhor Thalles Roberto vende seu boneco Thalleco. Expliquem-me: por que comprar um boneco do Thalles? Ele não deveria ser apenas um cantor que transmite a mensagem do Evangelho por meio da música?
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No meio dessa indústria idólatra do gospel, o que mais me entristece é ver pessoas e mais pessoas correndo atrás desse tipo de coisa em vez de se voltar para o Evangelho da Cruz.
Vamos orar para que uma transformação ocorra na Igreja de Cristo no Brasil, para que o país possa se converter de forma legítima e verdadeira. Vamos orar para que nossas igrejas se libertem da escravidão e da idolatria. Vamos orar pelo verdadeiro avivamento e pela verdadeira adoração. Vamos orar pela verdadeira pregação do Evangelho. Vamos orar…
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AS PROMESSAS DE UM TROFÉU GOSPEL.

É noite em Jerusalém e a plateia aguarda com expectativa do lado de fora do átrio: “E o Troféu Ebenezer de Melhor Salmista vai para… [que rufem os adufes] Jedutum!” Os filhos de Hamã aplaudem, e em coro saúdam com a típica manifestação mosaica: “Ele merece! Ele merece!” Mas, no fundo, esperavam sair com o prêmio nas mãos. Agora, até as raposas sem covil sabem que rolos e rolos de pergaminho com as letras de Jedutum vão ser vendidos com a inscrição de “melhor cantor do ano”.
3 ou 4 mil anos depois…
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O Troféu Promessas se define como um “evento com apoio da Rede Globo e um instrumento para honrar a vida daqueles que se dedicam à música gospel”. É o que diz no site da premiação. Talvez fosse suficiente dizer que se trata de um evento dedicado a premiar os cantores gospel, mas é preciso celebrar tanto a inédita parceria com a mídia dominante como também justificar a competição com tonalidades nobres. Fico pensando que se quisessem honrar a vida do cristão não bastaria escolher um veterano da música cristã e lhe entregar um prêmio.
Os idealizadores da Troféu Promessas também criaram uma categoria onde se lista vários nomes que receberam votos via Facebook. O título singelo é: “Pra Curtir”. Imagino o cantor sério, que está no gospel pela missão e não pela moda, que visa anunciar o evangelho e confortar as pessoas com sua música, e aí vê seu trabalho resumido a um “pra curtir”!
O mundo gospel fez pouco esforço para escapar da lógica pop que move a indústria fonográfica. Embora os cantores se denominem ministros e não artistas, embora o público diga que as canções de tal ministro sejam cheias de “unção”, embora todos afirmem que a música é um modo de levar a “mensagem da salvação”, a promoção de um troféu para os melhores faz entrar em cena a roda-viva das contradições:
- as igrejas advertem contra a era de consumismo, mas suas gravadoras precisam vender seus produtos num contexto de alta concorrência comercial e religiosa;
- a igreja lança uma anátema contra o estrelismo, mas a indústria gospel reproduz mecanismos de transformação de “ministros” em celebridades e de fiéis em fãs;
- a igreja busca motivar o exercício da missão, e o mundo gospel cria uma competição para premiar os que melhor cantaram essa missão;
- a igreja abre a Bíblia para dizer que todos são igualmente falhos e carentes da graça divina, o Troféu Promessas pede para que você escolha “o melhor”.
O Troféu Promessas não é como uma competição escolar, em que o objetivo é premiar os méritos de um estudante dedicado aos estudos; nem é como uma gincana juvenil que serve para socializar e entreter. Trata-se de uma premiação de claro viés mercantil e promocional capaz de constranger cantores cristãos nada interessados em competição midiática.
Comércio e promoção não são intrinsecamente maus. Mas o conluio de estratégias da indústria pop com o ministério musical cristão que o Troféu Promessas parece representar nos mostra o beco pop em que o gospel foi parar.
A controvérsia se instala de vez quando uma instituição religiosa pede votos para os cantores que são adeptos da sua igreja. Para alguns, essa seria uma estratégia providencial de divulgação da igreja; para outros, isso soa como lobby corporativista. Não seria injusto perguntar: é para votar no melhor cantor ou na melhor doutrina?
Essa é uma época em que os modos de transmissão da mensagem religiosa aparentam maior ambiguidade, já que a votação corporativista tanto divulga a missão da igreja quanto pode aumentar as vendas dos bens musicais. Talvez isso ocorra porque alguns têm entendido que o lucro financeiro é pequeno (e quase sempre é mesmo) perto do saldo evangelístico.
Muitos cantores cristãos são discretos em relação ao troféu. Mas os executivos das gravadoras vivem do retorno de seus investimentos e precisam incrementar a receita da empresa.
Por isso, há gravadoras que participam do “evento parceiro da Rede Globo e que honra a vida de quem se dedica ao gospel” e também que aproveitam a premiação para relançar o CD vencedor, agora com a desinteressada tarja de “Melhor CD no Troféu Promessas”. Alguns sites de venda de produtos gospel utilizam a mesma estratégia para alavancar as vendas, e aí estamos de volta à ciranda das contradições.
Agora, algumas perguntas sem nenhum juízo de ouvintes, cantores ou denominações:
Que espécie de visibilidade midiática e evangélica gera uma premiação dos “melhores” da música cristã?
É eticamente incorreto usar a premiação para divulgar a igreja?
Os grupos de fãs que fazem campanhas pelo seu cantor preferido estão agindo certo?
E os músicos cristãos? Tem se posicionado contra a adesão às estratégias de publicidade e mercantilização do evangelho musical?
Se não há um troféu nacional para o melhor evangelista ou ministro do evangelho, e se os cantores são considerados evangelistas, não haveria uma contradição na existência de um prêmio para os “levitas da música”?
Seria porque as gravadoras não têm gerenciado a música cristã como se fosse uma área de ação ministerial dos pregadores, mas como um campo da ação empresarial de artistas do pop?

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16/09/13

O Namoro que Agrada a Deus.


Você pergunta: “Como sabemos que a pessoa que a gente está namorando é realmente a que Deus escolheu para nós?” A sua própria pergunta denuncia um erro na escolha, pois ninguém deve começar um namoro para fazer experiências, a fim de descobrir, no decurso do relacionamento, se vale a pena ou não continuar o namoro ou pensar em noivado e casamento.

Qual deve ser a postura correta? No mundo, adota-se o “ficar”. As pessoas vão “ficando” para ver o que vai acontecer, e algumas acabam se apaixonado. Mas isso não vale para quem conhece a Palavra de Deus. Na palavra “namoro” não está contido o termo “amor” por acaso. O namoro verdadeiro é para pessoas maduras, que se amam de verdade, e não para aquelas que apenas têm uma atração passageira, não querem ficar sozinhas ou desejam fazer experiências.


Para se começar um namoro, é preciso ter alcançado a maturidade, período que só vem após a adolescência, que é uma fase de transição entre a infância e a juventude. Como não se trata de passatempo, mas de uma importante etapa, só deve pensar em namoro quem realmente está determinado a casar. Quem namora por namorar está começando errado e sofrerá as conseqüências (Gl 6.7).

Como encontrar a pessoa ideal para namorar/noivar/casar? Primeiro, é preciso orar com fé e esperar no Senhor (Sl 40.1), pois Ele é poderoso mesmo para preparar a pessoa certa (Pv 19.14). Ao mesmo tempo, é necessário procurar (Pv 18.22), pois em tudo, na vida, existe a parte que cabe a Deus e a que cabe a nós (Pv 16.1,2; Tg 4.8).

Mas o jovem cristão deve ter cuidado com os profetizadores casamenteiros (Ez 13.2,3; Ap 2.20), pois a profecia, como dom do Espírito Santo que se manifesta, usualmente, num culto coletivo a Deus, não serve, em regra geral, para ajudar os jovens crentes a encontrarem a “pessoa preparada”. As finalidades do dom são: edificação, exortação e consolação do povo de Deus (1 Co 14.3).

Muitos hoje são infelizes em sua vida conjugal porque deram ouvidos a falsas profecias. Namoro é coisa séria! Não se deve permitir que a escolha tenha a interferência de terceiros, exceto dos pais, que, conquanto não façam a escolha, diretamente, devem sim aconselhar e ajudar os filhos nessa tomada de decisão.

A procura, em oração, deve ser segundo os critérios contidos na Palavra de Deus. É necessário priorizar qualidades como a espiritualidade (1 Co 2.14-16; 5.11), isto é, a beleza interior (Pv 15.13). Muitos se preocupam demasiadamente com a beleza física, que é enganosa (Pv 31.30). Esquecem-se de que a beleza da alma é a mais importante (1 Sm 16.17) e permanece mesmo com o passar dos anos, enquanto a exterior é ilusória, passageira e morrerá tal como uma flor (Pv 11.22; 1 Pe 1.24,25).

Deve, ainda, haver preocupação com a compatibilidade (Am 3.3). Muitos hoje dizem que isso não é importante e pensam que podem namorar uma pessoa descrente para ganhá-la para Jesus. Fazer isso, no entanto, é o mesmo que se jogar em um poço para tentar salvar alguém que lá caiu. E ninguém faria isso. É mais fácil jogar a “corda” do evangelho para o não-crente se salvar, mas sem nenhum envolvimento sentimental. Depois de uma conversão verdadeira (1 Co 5.11), aí sim não há problemas para um namoro, posto que há compatibilidade espiritual.

O meu conselho, portanto, é: antes de começar um namoro, verifique se não há incompatibilidades espiritual, social, etária, cultural, etc. A mais perigosa é a espiritual (2 Jo vv. 10,11). Considerando que a Bíblia chama os incrédulos de filhos do diabo (1 Jo 3.10), não havendo, pois, meio-termo, relacionar-se com uma pessoa infiel a Deus significa ter o Diabo como sogro. E não pense que um(a) filho(a) do Diabo terá, em contrapartida, Deus como sogro, em razão de se relacionar com um(a) filho(a) de Deus, equilibrando, assim, o relacionamento. Em todos os casos de mistura (crente com descrente), sempre é o servo do Senhor o prejudicado (Gn 6.1-4; 1 Co 10; 2 Co 6.14-18).

Há exceção nos casos de pessoas que, tendo casado nos chamados tempos da ignorância (At 17.31), uma delas se converte a Cristo. Nesse caso, é a pessoa salva que influencia positivamente a não-salva (1 Pe 3.1), como se vê claramente em 1 Coríntios 7.

Que Deus abençoe a sua vida!
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Que tipo de Cristão é Você???

Que tipo de cristão somos nós? 

Se temos nos deixado formar pelo Espírito Santo, que nos comunica o seu fruto (Gl 5.22; Ef 5.9; 2 Pe 1.5-9; Cl 3.12,13), somos cristãos transformados. Mas, se batemos no peito e dizemos: “Eu sou cristão”, sem contudo nos submetermos ao Senhor (Tg 4.7a), o prefixo contido em transformado será substituído por outro, haja vista existirem — biblicamente — cristãos deformados, reformados e conformados, além dos transformados.

Cristão deformado.

 Este, ou nunca foi cristão, de fato; ou, depois de ter escapado das corrupções do mundo, não vigiou e deixou de ser um cristão verdadeiro, desviando-se do Caminho. E o desviado, a despeito de ser deformado, nem sempre deixa de frequentar os cultos ou participar de atividades no meio do povo de Deus (2 Pe 2.1,20-22). Esse cristão (cristão?), à semelhança de Judas Iscariotes, está no meio dos cristãos autênticos, mas possui características que depõem contra as suas palavras (1 Co 5.11). É como se estivesse escrito na sua testa: DEFORMADO.

Cristão reformado. 

Muitos, em nossos dias, gostam de dizer que são reformados, numa alusão à Reforma Protestante. Orgulham-se de observar os princípios dos reformadores. Eu, sinceramente, se fosse usar um título, preferiria: “cristão transformado”. Por quê? Porque, biblicamente, os cristãos reformados são aqueles que só têm aparência (Mt 23.25-28). Com diz um antigo ditado, “Por fora, bela viola; por dentro, pão bolorento”. São sepulcros caiados! Dentro deles há iniquidade e rapina. Mas, peço aos queridos “reformados” (seguidores dos reformadores) que atentem para o sentido em que estou empregando o termo.

Os cristãos reformados agem como fãs. 

Qualquer análise que se faz de uma falação ou canção (tidas como pregação ou hino) desperta a fúria deles. Foi-me encaminhado, ontem, um ofensivo texto de um desses cristãos que só têm aparência. Ele, que, em seu blog, propõe-se a falar de esperança em meio ao caos, não se apercebeu ainda de sua caótica situação espiritual. Ao ler os impropérios que ele — indignado pelo fato de este escritor ter feito análises acerca da canção de seu cantor-ídolo — escreveu a meu respeito, percebi que se trata de mais um cristão que precisa de Cristo. Mas há esperança para aqueles cuja vida está um caos! Abandonem essa vida cristã de fachada! Andem como Jesus andou (1 Jo 2.6).

Cristão conformado. 

Muitos hoje estão conformados com a vida de pecado. A Palavra de Deus nos manda resistir ao pecado até ao sangue (Hb 12.4). Mas os conformados descansam numa ilusória segurança da salvação baseada no passado. “Eu já fui justificado. Estou salvo para sempre! Eu creio num Deus soberano”. Ah, como isso parece piedoso! Entretanto, a salvação, no presente, envolve a nossa participação e temos de perseverar na fé, não nos desviando do evangelho de Cristo (Hb 3.12,13; 1 Co 15.1,2; 1 Tm 4.1; 2 Pe 2.1,20-22; Ap 2.11; 3.5,11, etc.).

Cristão transformado.

 Este, a cada dia, é mais cristão. Por quê? Porque é transformado de glória em glória pelo Espírito (2 Co 3.18). Mas não pense que essa transformação ocorre sem a nossa participação! O texto de Filipenses 2.12,13 nos mostra que o Senhor opera em nós o querer e o efetuar, porém somos nós quem devemos operar a nossa salvação com temor e tremor. Ou seja, se não fizermos a nossa parte (Tg 4.8; Ez 24.13), entristeceremos o Espírito (Ef 4.30; Gl 5.16-22; Tg 4.1-5), e Ele poderá deixar a nossa vida, caso insistamos em pecar (1 Co 6.18-20; Hb 10.26-29).

Esse tipo de cristão já foi transformado no passado (2 Co 5.12), mas continua sendo transformado, no presente, posto que não se conforma com este mundo (Rm 12.1,2). Ele sabe que a vida cristã é como subir uma escada que não tem o último degrau. Considera, ainda, que a vereda do justo é como a luz da autora, que vai brilhando, brilhando, brilhando... até ser dia perfeito (Pv 4.18; Ef 4.11-15; Hb 6.9; 12.14; Jr 33.3).
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